quarta-feira, 9 de maio de 2012
Os principais acontecimentos dos últimos dias relatados na bíblia...
"Nação se levantará contra nação e reino contra reino" (Mateus 24:7) Milhões de pessoas foram mortas em guerras nos últimos cem anos. Um relatório do Instituto Worlwatch diz: "O número de vítimas fatais das guerras [no século 20] foi três vezes maior do que o de todas as guerras juntas desde o primeiro século AD até 1899." Mas de cem milhões de pessoas morreram em resultado de guerras desde 1914.
'Haverá escassez de alimentos' (Mateus 24:7) Segundo os pesquisadores, a produção de alimentos aumentou muito nos últimos 30 anos. No entanto, a falta de alimentos continua porque muitos não têm dinheiro para comprá-los ou terras para cultivá-los. Nos países em desenvolvimentos, bem mais de um bilhão de pessoas tem de viver com uma renda de um dólar, ou menos, por dia. A maioria delas sofre de fome crônica. É lamentável saber de tudo isso... A Organização Mundial da Saúde avalia que a desnutrição é um dos fatores principais na morte de mais de cinco milhões de crianças por ano. Isso é um absurdo! Temos que fazer a nossa parte para mudar esse quadro, pois sei que não podemos mudar a situação de uma nação. Tenho certeza se unirmos as nossas forças podemos mudar a situação de pessoas vivem em nosso retorno.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Campanha do Quilo
Olá pessoal,
A campanha do Natal Feliz foi um sucesso... não é só no natal que as pessoas se alimentam e novamente estou eu aqui pedindo a ajuda de vocês.
Como vocês sabem, sou membro da IGREJA ASSEMBLEIA DE DEUS MINISTÉRIO REVIVER e sou responsável pelas campanhas que há na igreja que nesse momento estamos com a CAMPANHA DO QUILO que com muita dificuldade estamos arrecadando alimentos. E a cada ano, as coisas parecem estar mais difíceis e novamente estou pedindo auxilio a vocês, somos AMIGOS e Irmãos nas horas difíceis.
Semana passada contei o nosso estoque, e os mantimentos do estoque mal davam para um mês. As contribuições estão cada vez menores e os necessitados são cada vez em maior número.
Semanalmente, fazemos campanhas junto ao grupo de adolescentes com reciclagem, mas o que estamos
conseguindo arrecadar vem sendo insuficiente. Contamos com vocês com alimentos ou com garrafas pet, latinhas de alumínio, papelão etc...
E é muito triste ver um projeto como esse acabar se esvaindo por dificuldades materiais. Mas enfim, os desafios são lançados a cada dia para que possamos enfrentá-los.
Gracilene (21) 7414-4318
quinta-feira, 12 de abril de 2012
As palavras têm poder!!!
“De uma só boca, procede a bênção e a maldição” (Tg 3,10). As palavras são como sementes, que caindo em uma terra boa, encontram condições favoráveis, germinam, crescem e frutificam. São dois os seus frutos: bênção ou maldição. Elas destroem ou constróem a vida e qualquer pessoa; “vede como a fagulha põe em brasas tão grande selva” (Tg 3,6). Tem o poder de encorajar ou abater, despertam a alegria ou levam a angústia, podem alimentar ou anular a ação do demônio.
Palavras desmedidas, duras, mal medidas, desprovidas de misericórdia, causam a destruição de lares, filhos são abandonados, travam-se grandes conflitos na família e no trabalho, amizades são interrompidas, porque “a palavra dura suscita a ira” (Prov.15,1). Sempre causam algum tipo de destruição. Nada tem um maior poder de influenciar. Uma série de situações indesejáveis poderiam ser evitadas se tivéssemos mais cuidado com o que falamos, pois: “pelas nossas palavras seremos justificados e pelas palavras serás condenado” (Mt. 12,36).O salmista Davi, conhecia bem o poder das palavras. Temia falar irrefletidamente, evitando pecar pela maledicência, ou, amaldiçoar os outros. Para precaver-se pediu a Deus com sinceridade: “Põe guarda Senhor, à minha boca; vigia a porta de meus lábios” (Sl. 141,3). Não queria que suas palavras fossem motivo de desgraça, preferia ficar calado a ofender alguém, pois sabia que tanto podem aproximar como afastar as pessoas. No livro de Samuel encontramos uma descrição de Davi: “e é forte e valente, homem de guerra, sisudo em palavras , e de boa aparência, e o Senhor é com ele” (Sm. 16.18).
Vimos em Tiago 3,10, que “de uma só boca procede, a bênção e a maldição”, então, se as palavras que proferimos podem constituir maldição, ela tem igualmente o poder de abençoar: “não saia de vossa boca, nenhuma palavra torpe, unicamente a que for boa para edificar, conforme a necessidade. E assim transmita graça aos que a ouvem.” (Ef. 4,24). Palavras produzem bênção, incentiva, apoia, traz sucesso realmente: “as palavras são mais doces do que o mel” ( Sl, 126, 19-16).
Paulo ao escrever para os Filipenses, disse “Tudo posso naquele que me conforta” (Fl. 4,13), fazendo uma confissão de vitória, de bênçãos, para milhões de pessoas. Deus nos chamou para abençoar a todos, sempre: “abençoai os que vos perseguem, abençoai e não amaldiçoeis.” ( Rom 12,14). Nossas palavras tem o poder de criar situações favoráveis e não estamos com isso, endossando a prática do pensamento positivo. Abençoar alguém é antes de tudo um ato de fé: “Pela fé, Isaac abençoou Jacó e Esaú” (Heb. 12, 20).Benção é a declaração profética do bem de uma pessoa, crendo que Deus confirmará nossas palavras. Ë pedir ajuda aos céus, em benefício nosso ou de alguém: “a quem tu abençoares será abençoado” (Num 22,6). Deus quer que sejamos os canais de bênçãos para as pessoas. Logo ao acordar, devemos abençoar nosso dia, profetizar um dia cheio de vitória para a nossa vida, o meu dia, será melhor, tudo acontecerá de bom para mim e todos aqueles que entraram em contato comigo. As bênçãos serão derramadas em abundância. Quando criticamos, murmuramos, brigamos, estamos amaldiçoando, portanto abrindo caminho para o inimigo, pois ele apresenta planos, idéias, projetos, que provocam situações favoráveis para que o demônio possa atuar.
Maldição é o autorização dada ao demônio par alguém que exerce autoridade sobre o outro, para causar dano à vida da pessoa amaldiçoada. Na maioria das vezes, não temos consciência de estar passando-lhe esta autorização. Em geral fazemos isto diante de um prognóstico negativo, popularmente falamos: “rogar pragas”. A maldição é a prova mais contundente do poder das palavras. Quando a pessoa prevê coisas negativas, ela é responsável pelos acontecimentos na vida de uma pessoa, levando-a a agir fora dos propósitos de Deus. De uma maneira geral as maldições são feitas nos momentos de raiva, de descontrole emocional, de um desejo frustrado queria fazer alguma coisa e não pode fazer, não alcançou seus objetivos. As palavras se cumprem, somos responsáveis por elas e porque desconhecemos o seu poder que vivemos amaldiçoando todos aqueles que nos rodeiam, inclusive o emprego de onde recebemos o salário, ou nossos negócios, chamando para nós o que existe no inferno. É temerário amaldiçoar porque as maldições podem causar obsessão ou possessão demoníacas.
Obsessão é a presença de demônios em determinados ambientestornando-os carregados, pesados, pois eles assediam as pessoas que vivem ou freqüentam esses lugares. Pessoas e espíritos convivendo em um mesmo ambiente. Fazem pressão, e, muitas vezes, levam a depressão, mas, esta invasão só ocorre, porque foi permitida por certos tipos de palavras que os atraíram. Em lares onde se falam palavras que já tem o caráter de maldição, ou onde as pessoas vivem brigando, falando mal dos outros, são focos do demônio, como o são as regiões de boemia, prostituição, crimes, drogas, etc... Pessoas que vivem se queixando de doenças, problemas, cansaço ou dizendo: peste, atentado, safado, também dão lugar a opressão demoníaca. Deus não nos criou para vivermos oprimidos e derrotados, Ele tem um propósito para cada pessoa, dá-nos a capacidade, precisamos conhecer o quê “Deus nos dá gratuitamente”( 1 Cor 10,12). Devemos sempre pronunciar palavras positivas, amorosas, de fé, confiança, amor, pois elas liberam o poder de Deus para desfazer a opressão. Jesus veio para “destruir as obras do demônio” (1 Jo 16,8).Se a opressão é a presença de demônios fora da pessoa, a possessão é a presença de uma ou mais demônios dentro da pessoa. A opressão opera de fora para dentro, a possessão de dentro par fora. Possessão é a pior conseqüência das maldições. Quando os demônios controlam uma pessoa, temos um caso de possessão. Possuída pelo demônio, ela passa por situações de vexame, criando problemas para os amigos e familiares, às vezes, tentam acabar com a própria vida, e, o conseguem, porque são os demônios que falam e agem por ela. Em Mc. 5, 15, encontramos a história de um jovem que andava pelos montes, ferindo seu corpo, com pedras. Depois que Jesus o libertou dos espíritos, ele foi encontrado, sentado, vestido decentemente em seu perfeito juízo.Conhecemos a história da figueira que Jesus amaldiçoou. Jesus estava com fome, foi procurar frutos na figueira e nada encontrou, só folhas. E então ele disse: -“Nunca jamais alguém coma um só fruto de ti.” ( Mc 11,14). No dia seguinte, a figueira estava seca, dos brotos até a raiz. Por que foi que Jesus fez aquilo? Ele amaldiçoou porque estava coberta de folhas, tinha a aparência de bênçãos e fertilidade mas estava estéril. Se não tivesse frutos que não produzisse folhas. No ciclo das árvores, após uma safra de produção, vem a queda das folhas, para que ela possa preparar-se para outro ciclo de produção. É isto que Deus quer de nós, frutos, não folhas. Ele a amaldiçoou também para mostrar aos discípulos, a importância das palavras e soubesse o poder que elas tem, porque logo a seguir, ele acrescentou: - “E se alguém disser...”Palavras podem secar uma planta, mudar uma vida, portanto não podemos amaldiçoar, ninguém, nem a nós mesmos. Quem vive se amaldiçoando, não pensa duas vezes para fazer o mesmo com os outros. Há pessoas que tem o prazer doentio de depreciar os outros, por causa da aparência. Não é a aparência que determina a aceitação de uma pessoa por Deus, pois Ele “olha apenas o nosso coração” (Sl 16,7) pois foi Deus que fez o homem e a mulher “pois somos feitura de Deus” (Ef 2,10).Muitos só vêem os defeitos, nunca as qualidades. Críticas podem causar mal estar ou reações inesperadas. Alguns jovens riram do profeta Eliseu perturbando-o muito. A atitude dos moços era desprezível, a cena humilhante. Lá estava um homem simples, inofensivo, sozinho, e, um bando de rapazes a criticá-lo a atormenta-lo. Em certo momento ele ficou com raiva, parou, olhou para trás e em um ato de defesa os amaldiçoou. Na Bíblia não está escrito o que ele disse e em qual foi a maldição que jogou sobre os jovens, mas diz o que aconteceu logo após: inesperadamente apareceram duas ursas e mataram quarenta e dois rapazes. Poucos conseguiram fugir. Um final violento e inesperado foi o resultado das palavras críticas dos rapazes.Todos nós de uma forma ou de outra, já amaldiçoamos alguém, algum dia: “Pois tu sabes que muitas vezes, tens amaldiçoado aos outros” (Eco. 7,22). Devemos abençoar para conduzir as pessoas, dando-lhes a proteção amorosa de Deus. Está escrito: “Abençoai e não amaldiçoeis” (Rom 2,14). Ora “a língua é fogo, ela põe em chamas toda a carreira da existência humana” (Tg 3,6). Estas palavras devem ser levadas a sério, principalmente pelos pais, educadores, por aqueles que cuidam de alguém, pois se tornam uma transmissão de heranças espirituais.Heranças espirituais são maldições ou bênçãos que podem ter passado para nós, numa relação espiritual entre os pais e os filhos: “Visitarei a iniqüidade dos pais nos filhos até a quarta geração daqueles que me aborrecem”(Ex.20,5). As maldições nos sobrevieram, mas Deus as quebrou em Cristo: “Cristo sofreu em nosso lugar” (1Pd. 2,21). Ele não precisava sofrer e “padecer pelos outros”, estes outros ”que somos nós, eu, você e nossas famílias: “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores, levou sobre si” ( Is 53,4). Paulo nos diz: “Tendo cancelado o escrito da dívida que era contra nós e que constatava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu inteiramente, encravando-o na cruz”(Col 2,14). Toda dívida contra nós, significando maldição, iniqüidade, enfermidade, vícios, heranças espirituais e genéticas, que possam Ter sido transmitas, foram canceladas na cruz. Toda maldição que foi lançada contra nós, caiu sobre Ele, é por isto que, qualquer que seja sua árvore genealógica e sua herança, se você está em Cristo, você poderá ser livre delas, porque possui o direito, a liberdade de não receber mais as conseqüências das maldições em sua vida. É preciso crer e receber a visão e o desafio de Deus, se apropriar das promessas que fez através da Bíblia.“Espíritos de Violência”, de ”destruição de casamento” ou espíritos de vício”, todas maldições foram quebradas e você está agora, livre de todos as ações e conseqüências delas. No Livro de Deuteronômio, encontramos Deus dando ao seu povo da velha aliança, a escolha entre viver debaixo das bênçãos ou das maldições: “Guardai-vos, não vos esqueceis da aliança do Senhor, vosso Deus... Porque o Senhor teu Deus, é Deus zeloso” ( Dt 4.23-24).Na fidelidade àquele pacto, estariam as bênçãos de Deus, porém se esqueceram das condições daquela aliança, iriam colher as conseqüências: “Guarda, pois, os seus estatutos e os seus mandamentos, que te ordeno hoje, para que te vá bem a ti, e a teus filhos depois de ti, e para que o Senhor teu Deus, te dá para todo o sempre”.( Dt. 4,40)O Senhor estabeleceu a bênção e a vida para o homem e seus filhos, para obedecer seus mandamentos e honrá-los. Os patriarcas guardaram as alianças de Deus em suas vidas e colheram o resultado das promessas, quem quebrou a aliança e a palavra de Deus, colheu a maldição em suas vidas.A esposa de Jacó, Raquel, saiu da terra e da casa de seu pai, levou os “ídolos do lar”, Labão, seu pai, se enfureceu contra Jacó, por isto. Jacó amaldiçoou a quem estivesse com aqueles ídolos. Mesmo não descobrindo com quem eles estavam, Deus sabia, e aquela palavra de maldição caiu sobre ela, vindo a morrer depois: “Não viva aquele com quem os encontrar ” ( Gen 31: 32-35). Raquel se tornou vítima da maldição de Jacó e faleceu ao dar a luz ao seu filho Benjamim (Gen 35. 16-18).Quantas vezes, não entendemos o porque de certos acontecimentos que vem sobre nós? Nem sempre a maldição acontece na hora, às vezes, ela sobrevem meses ou anos depois . A vida de Raquel foi difícil. Eu casamento foi conturbado, e seu pai referiu sua irmã na hora das núpcias, vindo apenas uma semana depois, sua própria voz, sendo portanto a Segunda esposa de Jacó. Depois do casamento descobriu que era estéril, por isto, seu marido apegara-se a Lia, a primeira esposa. Raquel não confiou em Deus, recorreu a “simpatias da época, buscou as “mandágoras” encontradas por Rubem, filho de Lia ( Gen 30:14). Por todo este comportamento vemos u caráter incrédulo, idólatra e supersticioso. Por isso, a maldição de Jacó a alcançou.Temos outros exemplos, como as mulheres de Gerar (Gen 20:18); Sara ( Gn 16,1); Rebeca ( Gen 25,21); Ana ( 1 Sm 1,2); Isabel (Lc 1,7), eram mulheres justas e aparentemente não haviam maldições familiares em suas genealogia. Mas, o que houve, foi uma resistência, por parte do diabo, para impedir que gerassem filhos porque eram mulheres de Deus, e provavelmente seus filhos, seriam profetas. Logo o inimigo tentava detê-los, ainda no útero de suas mães. Através de todas aquelas crianças, Deus visitava seu povo, trazendo libertação , cura e sua palavra profética.Um dos princípios que precisamos entender que opera no mundo espiritual é este: “A maldição sem causa não se cumpre” (Prov. 26.2). Sempre haverá por trás daquelas maldições que alcançaram êxito, uma situação legítima, ou então, deve ter, ocorrido algum fato que levou a parte sofrida a proferir aquelas maldições. Elas não alcançarão seu destino, se houver justiça e integridade por parte de quem as recebeu. É o caso de Israel em Num 23:8. Balaão o profeta falso e agourento quis amaldiçoar mas Deus não permitiu. O senhor transformou a maldição em bênçãos. Deus disse “Contra Jacó, não vale encantamento”( Nm. 23:23) porque o Espírito Santo via Israel debaixo da graça da aliança e não por suas próprias obras. O que cria o espaço para a maldiçao são obras de injustiça que as pessoas praticam. Normalmente as maldições são lançadas, devido aos conflitos, brigas, contendas e discórdias. Jesus disse que devemos acertar as contas no caminho (Mc 15,23-26). Não diz que se fizermos algo contra nosso irmão mas “se lembrares que teu irmão tem algo contra ti” ( Mt 5, 23-25) que precisamos nos reocupar se ele tem algo contra nós, porque poderá estar nos prendendo e nos amaldiçoando em seu coração, criando cadeias e pressões para nossas vidas. A discórdia, o ressentimento, a amargura e o ódio que ele possa Ter poderão ser a brecha que Satanás, precisa para nos atingir. Até suas palavras e maldições poderão ser a verbalização das setas diabólicas para atingir nossas vidas e se não estamos protegidos pela palavra de Deus e pelo sangue de Jesus, estas maldições poderão nos atingir. Quantas pragas são lançadas sobre os outros em momentos de contradição? São os “dardos” de Efésios ( Ef. 6,16), “as setas que voam de dia” ( Sl. 91,5).Quanto mais uma pessoa está próxima do reino das trevas, mais suas palavras são usadas pelo inimigo para materializar o mal. Tudo o que Deus faz é opor meio de palavras e o inimigo também. Quando houver situações de dificuldades ou somos perseguidos por nossos inimigos, Jesus nos ensina a abençoá-los: “Bendizei e orai pelos que vos caluniam” ( Lc. 6, 28). Se abençoamos os nossos inimigos e os colocamos nas mãos de Deus, Ele irá fazer o que lhe aprouver, porém, se amaldiçoá-los, estaremos liberando “os espíritos”, “as serpentes”, e os “escorpiões”( Lc. 10,5) e o reino das trevas prosperará.Verbalização é o agente da materialização, e é através das palavras, que o mundo espiritual ganha força e permissão para agir. Este princípio se torna mais fácil e legítimo, quando as palavras provém de pessoas com autoridade sobre nós, pois tem o poder de emitir bênção ou maldição. Jesus coloca em Mateus, que o primeiro mandamento com promessa “é honrar pai e mãe”. Quem honra seus pais, recebe deles a bênção, se os amaldiçoa, a maldição. Pelas paliaras dos pais, será determinado o futuro dos filhos. Jesus disse: “Seja feita a sua vontade”( Mt. 8,13). Os pais são responsáveis para formar o coração de seus filhos. A maior maldição que uma pessoa pode receber, é ouvir de seus pais: “Você não vale nada”. Esta pessoa passará a não ter "auto-estima”, não valer nada para si mesmo, porque seus pais imprimiram neles este sentimento.Todo cuidado com as paliaras é pouco, pois, uma vez proferidas, não podem ser recolhidas. A língua desenfreada que fala o que pensa, pode causar danos terríveis, o futuro de uma pessoa está totalmente comprometido em decorrência do mal uso da língua: “A morte e a vida estão no poder da língua”(Prov. 18,21). As pessoas que desconhecem o poder das palavras, vivem amaldiçoando tudo, amaldiçoam o salário, o emprego, o governo, a família, os amigos, os filhos, Vivem repetindo: - O meu salário não dá para nada!- O governo não presta!- Meus filhos são preguiçosos e desobedientes!- Minha amiga tem inveja de mim!
E muitas outras coisas são ditas impensadamente, depois não sabem porque vão de mal a pior.
Somos ensinados a evitar conversas vãs, profanas: "as más conversações corrompem os bons costumes"( 2 Tm 15,33) e “os que dela fazem uso passarão a impiedade ainda maior.”( 2 Tm 2,16) Não convém, portanto, certos tipos de conversas ( Ef 4,29) pois “do fruto da boca, o coração se farta. Do que produz os lábios se satisfaz”. ( Prov. 18,20) e “amou a maldição, ela o apanhou. Não quis a bênção, que a bênção se afaste dela” ( Sl. 10,17). Na palavra das dez minas o determinou seu julgamento: - “Servo mau, por tua boca servo mau se acovardou pelas suas palavras, sua boca servo mau se acovardou pelas suas palavras, sua boca te condenarei.” ( Lc 19,21). No julgamento de Jesus, o povo respondeu a Pilatos: “Caia sobre nós o seu sangue e sobre nossos filhos” (Mt 27,24). A história mostra o que aconteceu com os judeus. Vivem em guerra, há sempre derramamento de sangue, mortes, assassinatos, atentados e exílio. A razão deste estado pode Ter origem nas palavras que proferiram contra eles mesmo, quando não conheciam o valor das palavras pois: “a língua contamina o corpo inteiro” ( Tg 3,6) ou “o que sai da tua boca, isso contamina o homem” ( Mt 15,11). Dirigentes religiosos tem muita responsabilidade ao falar, uma maldição de um líder poderá destruir totalmente uma família. Do ponto de vista bíblico, são agentes de Deus na terra: “Somos embaixadores no reino”(II Cor 5.20). Palavras de vida e de morte estão em seus lábios. Por causa da ligação espiritual que há entre um líder e uma pessoa, existe um canal aberto ao mundo espiritual entre eles, para que sejam exaltados as verdades espirituais. E este canal deve ser usado para a bênção e o crescimento espiritual, nunca para destruir. Paulo disse: “Se alguém destruir o Santuário de Deus, Deus o destruirá”. ( I Cor. 3, 12) Deus nos deu proteção espiritual ( I Jo 2.27) ( I Cor 2, 16).
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Os benefícios da RECICLAGEM
A reciclagem é o termo geralmente utilizado para designar o reaproveitamento de materiais beneficiados como matéria-prima para um novo produto. Muitos materiais podem ser reciclados e os exemplos mais comuns são o papel, o vidro, o metal e o plástico. As maiores vantagens da reciclagem são a minimização da utilização de fontes naturais, muitas vezes não renováveis; e a minimização da quantidade de resíduos que necessita de tratamento final, como aterramento, ou incineração.
O conceito de reciclagem serve apenas para os materiais que podem voltar ao estado original e ser transformado novamente em um produto igual em todas as suas características. O conceito de reciclagem é diferente do de reutilização.
O reaproveitamento ou reutilização consiste em transformar um determinado material já beneficiado em outro. Um exemplo claro da diferença entre os dois conceitos, é o reaproveitamento do papel.
O papel chamado de reciclado não é nada parecido com aquele que foi beneficiado pela primeira vez. Este novo papel tem cor diferente, textura diferente e gramatura diferente. Isto acontece devido a não possibilidade de retornar o material utilizado ao seu estado original e sim transformá-lo em uma massa que ao final do processo resulta em um novo material de características diferentes.
Outro exemplo é o vidro. Mesmo que seja "derretido", nunca irá ser feito um outro com as mesmas características tais como cor e dureza, pois na primeira vez em que foi feito, utilizou-se de uma mistura formulada a partir da areia.
Já uma lata de alumínio, por exemplo, ode ser derretida de volta ao estado em que estava antes de ser beneficiada e ser transformada em lata, podendo novamente voltar a ser uma lata com as mesmas características.
A palavra reciclagem ganhou destaque na mídia a partir do final da década de 1980, quando foi constatado que as fontes de petróleo e de outras matérias-primas não renováveis estavam se esgotando rapidamente, e que havia falta de espaço para a disposição de resíduos e de outros dejetos na natureza. A expressão vem do inglês recycle (re = repetir, e cycle = ciclo).
Como disposto acima sobre a diferença entre os conceitos de reciclagem e reaproveitamento,em alguns casos, não é possível reciclar indefinidamente o material. Isso acontece, por exemplo, com o papel, que tem algumas de suas propriedades físicas minimizadas a cada processo de reciclagem, devido ao inevitável encurtamento das fibras de celulose.
Em outros casos, felizmente, isso não acontece. A reciclagem do alumínio, por exemplo, não acarreta em nenhuma perda de suas propriedades físicas, e esse pode, assim, ser reciclado continuamente.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Um homem agradável ao coração de Deus
Quando você pensa no personagem bíblico Davi, o que lhe vem à mente? Na minha mente surge logo... suas poesias inspiradas,preservadas no livro bíblico de Salmos.
Davi teve muitos privilégios, vitórias e tragédias na vida. Mas o que mais nos atrai a ele é o que o profeta Samuel falou: Davi mostraria ser um homem agradável ao coração de Deus. (1 Samuel 13:14)
A profecia de Samuel se cumpriu quando Davi ainda era jovem.
Quando se menciona Davi pela primeira vez, ele é um jovem pastor que tem a responsabilidade de cuidar das ovelhas e de seu pai. Essa tarefa provavelmente envolvia passar longo e solitários dias e noites nos campos.
A família de Davi morava em Belém, uma pequena cidade no topo e nas encostas de uma serra na região montanhosa de Judá. Os campos pedregosos ao redor de Belém produziam boas safras de cereais. Pomares, olivais e vinhedos cobriam as encostas menos íngremes e o vale. Nos dias de Davi, os planaltos não cultivados provavelmente eram usados como pasto. Mais adiante ficava o deserto de Judá.
O trabalho de Davi não era isento de perigo. Foi entre essas colinas que ele enfrentou um leão e um urso que tentaram levar algumas ovelhas do seu rebanho.* Esse jovem perseguiu os predadores, matou-os e libertou as ovelhas de sua boca. (1 Samuel 17:34-36)
Sem dúvida, a própria experiência de Davi como pastor fez com que ele tivesse ainda mais apreço pelo cuidado de Deus por servos fiéis. Foi por isso que Davi cantou: "O Senhor é meu pastor. Nada me faltará. Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso; refrigera-me a alma. Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome. Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo; o teu bordão e o teu cajado me consolam. (Salmo 23:1-4)
Talvez se pergunte o que tudo isso tem a ver com você. A resposta é que um dos motivos de Davi ter intimidade com Deus e de poder ser chamado de homem agradável ao seu coração é que ele orava... meditava profundamente e com sinceridade nas obras de Deus.
É claro que, para sentir esse tipo de apreço por Deus, você precisa tirar tempo para orar e meditar com tranquilidade na Palavra de Deus. A bíblia pode ajudá-lo a conhecer a Deus intimamente.
domingo, 15 de janeiro de 2012
Por que se achegar a Deus vai ser bom para você?
Deus se importa com aqueles que o amam. Ele os protege de tudo que poderia pôr em risco sua fé e esperança de uma vida eterna.(Salmo 91:1,2,7-10)
Ele nos alerta contra estilos de vida que colocam em risco nossa saúde e felicidade. Deus nos ensina a viver da melhor maneira possível. (Salmo 73:27,28; Tiago 4:4,8)
"Deus é amor", diz a bíblia. (1 João 4:8) ele também é justo e misericordioso.
"A Rocha, perfeita é a sua atuação, pois todos os seus caminhos são justiça. Deus de fidelidade e sem injustiça; justo e reto é ele". (Deuteronômio 32:4)
Mostre amor cristão. "Eu vos dou um novo mandamento", disse Jesus, "que vos ameis uns aos outros... como eu vos amei". (João 13:34)
domingo, 8 de janeiro de 2012
Livro de Josué
Texto: Josué 24.1-13
Amados irmãos no Senhor Jesus Cristo
Logo depois da morte de Moisés, o SENHOR levantou Josué para liderar o seu povo. Josué recebeu do SENHOR a tarefa de liderar Israel na conquista da terra que Ele havia prometido, a terra de Canaã. O livro de Josué nos revela a fidelidade de Deus à sua promessa de conceder ao seu povo a terra prometida. Neste livro nós lemos acerca da vitória de Israel sobre os povos inimigos e a posse da terra de Canaã que foi dividida pelas doze tribos. O livro de Josué, assim como toda a Bíblia, não tem como propósito exaltar homens ou povos por seus grandes feitos, mas glorificar a Deus por seus poderosos feitos em favor da salvação do seu povo.
Moisés, Josué e outros homens de Deus não salvaram ninguém. Eles foram apenas servos daquele que é o Grande Salvador do seu povo, o SENHOR Deus. A salvação de Israel não está baseada na habilidade ou poder de homem algum, mas no poder, na fidelidade e na graça do SENHOR. Josué, que foi o grande líder de Israel depois de Moisés, reconhece esse fato. Ele sabe que não foi mediante sua própria força, mas pelo poder de Deus que Israel conquistou Canaã. O Seu próprio nome já indica que não é ele quem salva, mas o SENHOR (Josué = Javé é Salvação ou Aquele que salva). Todo trabalho realizado por Josué (vitórias, conquistas) foi uma manifestação clara da ação de Deus em favor da salvação do seu povo e Deus é fiel diante de suas promessas.
Josué sabe disso. Por isso que Josué, após ter cumprido sua missão e estando já no final dos seus dias, reúne todo o Israel para lhe dar suas últimas instruções. No capítulo 23 ele chama todo o povo a uma vida de obediência e santidade na terra prometida em resposta à bondade do SENHOR para com eles. No capítulo 24, Josué fala suas últimas palavras a Israel. No início do seu sermão (vs.1-13, nosso texto), Josué apresenta, de forma resumida, os atos de salvação do SENHOR em favor de Israel. Josué traz à memória do povo de Israel a fidelidade e o poder do SENHOR em favor da salvação do seu povo desde o tempo de Abraão até a libertação do Egito, a vitória sobre os inimigos e a conquista da terra de Canaã. Na verdade é o próprio Deus quem está falando ao seu povo por meio do seu servo Josué. Ouçam a boa notícia que Deus tem para nós no nosso texto:
Josué sabe disso. Por isso que Josué, após ter cumprido sua missão e estando já no final dos seus dias, reúne todo o Israel para lhe dar suas últimas instruções. No capítulo 23 ele chama todo o povo a uma vida de obediência e santidade na terra prometida em resposta à bondade do SENHOR para com eles. No capítulo 24, Josué fala suas últimas palavras a Israel. No início do seu sermão (vs.1-13, nosso texto), Josué apresenta, de forma resumida, os atos de salvação do SENHOR em favor de Israel. Josué traz à memória do povo de Israel a fidelidade e o poder do SENHOR em favor da salvação do seu povo desde o tempo de Abraão até a libertação do Egito, a vitória sobre os inimigos e a conquista da terra de Canaã. Na verdade é o próprio Deus quem está falando ao seu povo por meio do seu servo Josué. Ouçam a boa notícia que Deus tem para nós no nosso texto:
O SENHOR É O DEUS FIEL QUE SALVA O SEU POVO
Vejamos três coisas acerca da salvação do SENHOR:
1. Salvação do Egito
2. Salvação na Peregrinação
3. Salvação pela Graça
Vejamos três coisas acerca da salvação do SENHOR:
1. Salvação do Egito
2. Salvação na Peregrinação
3. Salvação pela Graça
1) Salvação do Egito
Uma das grandes obras de salvação realizadas por Deus em favor do seu povo foi a libertação do cativeiro egípcio nos dias de Moisés. Mas antes de atentar para este ato maravilhoso de Deus, devemos nos perguntar: O que levou Israel a se tornar escravo do Egito? Sabemos que o povo de Deus foi primeiramente habitar no Egito não como escravos. Isso aconteceu nos dias de Jacó e José. José, sendo governador do Egito, trouxe seu pai Jacó e seus irmãos para viver numa boa terra no Egito (70 pessoas). Israel vivia uma vida próspera e alegre no Egito e contava com o favor do rei Faraó por causa de José. Porém, com o passar do tempo, morreu Jacó, morreu José, mas o povo de Deus se multiplicava cada vez mais. Além disso, um outro Faraó que não conhecia José assentou-se no trono do Egito. Este resolveu escravizar o povo de Deus. Israel permaneceu como escravo no Egito por um período de quatrocentos anos. Mas por que tudo isso aconteceu? A escravidão de Israel no Egito não aconteceu por acaso, mas de acordo com o propósito de Deus. O que Deus tinha dito bem antes a Abraão? (ler Gn. 15.13). Mas o SENHOR também prometeu julgar a nação que escravizasse seu povo e, ao mesmo tempo, dar livramento ao seu povo (Gn. 15.14).
Essa promessa se cumpriu quando o SENHOR ouviu o clamor do seu povo no Egito e enviou Moisés e Arão para salvá-lo. Em poucas palavras, Josué menciona este grande acontecimento realizado por Deus: “Então, enviei Moisés e Arão e feri o Egito com o que fiz no meio dele; e, depois, vos tirei de lá” (v. 5). Deus não se esqueceu do seu povo. Ele deu a Moisés e Arão não somente a missão, mas também o poder para libertar o seu povo da escravidão do Egito. Estes homens eram membros do povo de Deus e foram poderosamente usados por Deus para salvar o seu povo. Por meio deles, especialmente através de Moisés, o SENHOR feriu o Egito. Isto se refere às dez pragas que Deus enviou contra Faraó e todos os egípcios que não queriam deixar sair o povo de Deus (Ex.7-12; Sl. 105.26-36). Essas dez pragas expressam o juízo de Deus sobre o Egito. Aquela nação ímpia e pagã que tinha escravizado o povo de Deus provou do poder da ira de Deus. Ao mesmo tempo, o SENHOR, com mão poderosa e braço estendido e em fidelidade à sua aliança com Abraão e seus descendentes, fez o seu povo sair do Egito.
Faraó não ficou nem um pouco satisfeito com a saída de Israel do Egito. Afinal de contas ele não teria mais lucro com o trabalho escravo dos israelitas. Sendo assim, ele juntou todo o seu exército e perseguiu o povo de Deus até o mar vermelho. Josué menciona esse fato (v. 6). E agora? Será que Israel seria destruído por Faraó e seu exército? De forma alguma. Deus está no controle dos acontecimentos. Ele está agindo em favor da salvação do seu povo. O SENHOR mesmo endureceu o coração de Faraó para perseguir o seu povo. Por que Deus fez isso? Para assustar o seu povo? Não. O SENHOR vai manifestar a sua glória. Sua glória será manifesta nas águas do mar vermelho: tanto no livramento do seu povo como no castigo final que ele está preparando para os egípcios. Israel teve medo do Egito, mas o SENHOR mostrou o seu poder para trazer paz e salvação ao seu povo (v. 7). Israel passou a pé enxuto pelo mar vermelho, enquanto que Faraó e seu exército foram cobertos pelas águas e mortos. A glória de Deus se manifestou não só no meio do Egito com o envio das dez pragas, mas também nas águas do mar vermelho. Assim, o SENHOR salvou o seu povo do Egito. Ele tirou o seu povo da casa da servidão e o fez um povo livre para serví-lo. Israel foi liberto da escravidão do Egito para servir com alegria e liberdade ao Deus Vivo e Verdadeiro que os salvou por sua bondade e poder.
A salvação de Israel da escravidão do Egito aconteceu num determinado momento da história, mas não é um fato isolado na história da salvação. A salvação de Israel do Egito nos revela duas coisas importantes:
Uma das grandes obras de salvação realizadas por Deus em favor do seu povo foi a libertação do cativeiro egípcio nos dias de Moisés. Mas antes de atentar para este ato maravilhoso de Deus, devemos nos perguntar: O que levou Israel a se tornar escravo do Egito? Sabemos que o povo de Deus foi primeiramente habitar no Egito não como escravos. Isso aconteceu nos dias de Jacó e José. José, sendo governador do Egito, trouxe seu pai Jacó e seus irmãos para viver numa boa terra no Egito (70 pessoas). Israel vivia uma vida próspera e alegre no Egito e contava com o favor do rei Faraó por causa de José. Porém, com o passar do tempo, morreu Jacó, morreu José, mas o povo de Deus se multiplicava cada vez mais. Além disso, um outro Faraó que não conhecia José assentou-se no trono do Egito. Este resolveu escravizar o povo de Deus. Israel permaneceu como escravo no Egito por um período de quatrocentos anos. Mas por que tudo isso aconteceu? A escravidão de Israel no Egito não aconteceu por acaso, mas de acordo com o propósito de Deus. O que Deus tinha dito bem antes a Abraão? (ler Gn. 15.13). Mas o SENHOR também prometeu julgar a nação que escravizasse seu povo e, ao mesmo tempo, dar livramento ao seu povo (Gn. 15.14).
Essa promessa se cumpriu quando o SENHOR ouviu o clamor do seu povo no Egito e enviou Moisés e Arão para salvá-lo. Em poucas palavras, Josué menciona este grande acontecimento realizado por Deus: “Então, enviei Moisés e Arão e feri o Egito com o que fiz no meio dele; e, depois, vos tirei de lá” (v. 5). Deus não se esqueceu do seu povo. Ele deu a Moisés e Arão não somente a missão, mas também o poder para libertar o seu povo da escravidão do Egito. Estes homens eram membros do povo de Deus e foram poderosamente usados por Deus para salvar o seu povo. Por meio deles, especialmente através de Moisés, o SENHOR feriu o Egito. Isto se refere às dez pragas que Deus enviou contra Faraó e todos os egípcios que não queriam deixar sair o povo de Deus (Ex.7-12; Sl. 105.26-36). Essas dez pragas expressam o juízo de Deus sobre o Egito. Aquela nação ímpia e pagã que tinha escravizado o povo de Deus provou do poder da ira de Deus. Ao mesmo tempo, o SENHOR, com mão poderosa e braço estendido e em fidelidade à sua aliança com Abraão e seus descendentes, fez o seu povo sair do Egito.
Faraó não ficou nem um pouco satisfeito com a saída de Israel do Egito. Afinal de contas ele não teria mais lucro com o trabalho escravo dos israelitas. Sendo assim, ele juntou todo o seu exército e perseguiu o povo de Deus até o mar vermelho. Josué menciona esse fato (v. 6). E agora? Será que Israel seria destruído por Faraó e seu exército? De forma alguma. Deus está no controle dos acontecimentos. Ele está agindo em favor da salvação do seu povo. O SENHOR mesmo endureceu o coração de Faraó para perseguir o seu povo. Por que Deus fez isso? Para assustar o seu povo? Não. O SENHOR vai manifestar a sua glória. Sua glória será manifesta nas águas do mar vermelho: tanto no livramento do seu povo como no castigo final que ele está preparando para os egípcios. Israel teve medo do Egito, mas o SENHOR mostrou o seu poder para trazer paz e salvação ao seu povo (v. 7). Israel passou a pé enxuto pelo mar vermelho, enquanto que Faraó e seu exército foram cobertos pelas águas e mortos. A glória de Deus se manifestou não só no meio do Egito com o envio das dez pragas, mas também nas águas do mar vermelho. Assim, o SENHOR salvou o seu povo do Egito. Ele tirou o seu povo da casa da servidão e o fez um povo livre para serví-lo. Israel foi liberto da escravidão do Egito para servir com alegria e liberdade ao Deus Vivo e Verdadeiro que os salvou por sua bondade e poder.
A salvação de Israel da escravidão do Egito aconteceu num determinado momento da história, mas não é um fato isolado na história da salvação. A salvação de Israel do Egito nos revela duas coisas importantes:
1) Ao salvar o seu povo do Egito, o SENHOR mantém a sua aliança com Abraão a fim de preservar o seu povo e trazer do meio desse povo o descendente de Abraão, a saber, Jesus Cristo, em quem as nações da terra serão abençoadas com uma grande salvação. Na salvação de Israel do Egito, o SENHOR está trabalhando para a grande salvação que Cristo realizará em favor do seu povo na plenitude do tempo.
2) A salvação de Israel do Egito não é apenas mais um passo no plano redentivo de Deus de salvar seu povo por meio de Cristo, mas é também uma prefiguração da perfeita salvação que Cristo realizou para nós na cruz. Assim como Israel foi liberto da escravidão do Egito, nós fomos libertos da escravidão do pecado e do diabo mediante o sacrifício de Cristo. Por meio de sua morte, Cristo nos deu um grande livramento. Por seu poder ele nos livrou não da tirania de Faraó, mas de algo muito pior. Ele nos livrou do poder do pecado, do diabo e da própria morte. Ele conquistou para nós uma grande e perfeita salvação. Nele, tanto nós quanto os israelitas que foram libertos do Egito e que entraram na terra prometida e creram na promessa de Deus de enviar o Salvador, somos um povo verdadeiramente livre e salvo para servir a Deus.
Aquele povo para quem Josué proferiu suas últimas palavras eram testemunhas e conhecedores da bondade e do poder de Deus em favor deles, a fim de salvá-los do Egito. O SENHOR não está revelando nada de novo para o seu povo. Através de Josué, ele simplesmente repete, em frases curtas e diretas, o que ele já tinha feito em favor da salvação do seu povo. Israel tinha conhecimento dos atos de Deus em favor deles. Por que então Deus faz questão de relembrar ao seu povo que ele os salvou do Egito naquele momento em que eles já estão na terra prometida? O SENHOR não quer que o seu povo esqueça o que ele já fez no passado para salvá-lo. Pois esquecer a salvação do SENHOR leva a uma vida de ingratidão e desobediência. Deus não quer isso no meio do seu povo. Ele sabe que o seu povo, por sua fraqueza natural, corre o perigo de esquecer sua salvação e viver no pecado. Deus relembra o grande acontecimento da salvação do Egito para despertar o seu povo a uma vida de gratidão mediante a alegre obediência aos seus mandamentos. Aquele povo salvo que já estava na terra prometida deveria ser um povo alegre e grato por sua salvação, pois eles viram o que o SENHOR fez por eles no Egito. E quanto a nós? Devemos ser mais alegres e gratos do que eles pela salvação do SENHOR. Pois somos mais privilegiados dos que os israelitas. Eles esperavam a salvação do SENHOR através do Messias. Nós testemunhamos pela palavra de Deus a grande salvação que o SENHOR adquiriu para nós na cruz do Calvário através daquele que veio para nos salvar, Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Aquele povo para quem Josué proferiu suas últimas palavras eram testemunhas e conhecedores da bondade e do poder de Deus em favor deles, a fim de salvá-los do Egito. O SENHOR não está revelando nada de novo para o seu povo. Através de Josué, ele simplesmente repete, em frases curtas e diretas, o que ele já tinha feito em favor da salvação do seu povo. Israel tinha conhecimento dos atos de Deus em favor deles. Por que então Deus faz questão de relembrar ao seu povo que ele os salvou do Egito naquele momento em que eles já estão na terra prometida? O SENHOR não quer que o seu povo esqueça o que ele já fez no passado para salvá-lo. Pois esquecer a salvação do SENHOR leva a uma vida de ingratidão e desobediência. Deus não quer isso no meio do seu povo. Ele sabe que o seu povo, por sua fraqueza natural, corre o perigo de esquecer sua salvação e viver no pecado. Deus relembra o grande acontecimento da salvação do Egito para despertar o seu povo a uma vida de gratidão mediante a alegre obediência aos seus mandamentos. Aquele povo salvo que já estava na terra prometida deveria ser um povo alegre e grato por sua salvação, pois eles viram o que o SENHOR fez por eles no Egito. E quanto a nós? Devemos ser mais alegres e gratos do que eles pela salvação do SENHOR. Pois somos mais privilegiados dos que os israelitas. Eles esperavam a salvação do SENHOR através do Messias. Nós testemunhamos pela palavra de Deus a grande salvação que o SENHOR adquiriu para nós na cruz do Calvário através daquele que veio para nos salvar, Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
2) Salvação na Peregrinação
Logo depois que salvou o seu povo do Egito, o SENHOR não o colocou logo na terra prometida, mas deixou Israel habitar no deserto por muito tempo (v. 7b.). Israel peregrinou no deserto por quarenta anos. Será que Deus se esqueceu da sua promessa? Ele salvou Israel do Egito para depois abandoná-lo no deserto? De forma alguma. Deus tem um propósito maravilhoso em tudo o que faz. Ele faz todas as coisas cooperarem para o bem do seu povo. No deserto, o SENHOR não se esqueceu do seu povo, mas o guiou durante toda peregrinação. Naquela longa jornada de quarenta anos, o SENHOR não deixou faltar nada para o seu povo. Ele deu a sua palavra; ele foi à frente de Israel para apontar o caminho; ele deu comida e bebida; ele livrou Israel de todos os povos inimigos que tentaram atrapalhar sua peregrinação à terra prometida. Josué não apresenta com detalhes todos os atos que Deus fez em favor do seu povo na peregrinação. Ele se concentra nas vitórias que Deus concedeu a Israel contra povos inimigos para então conquistar e possuir a terra prometida. Josué relembra ao povo os livramentos que Deus deu a Israel um pouco antes e logo depois que eles atravessaram o rio Jordão para conquistar a terra. Ele relembra pelo menos três atos de livramento que Deus deu ao seu povo antes de possuir totalmente a terra prometida:
Logo depois que salvou o seu povo do Egito, o SENHOR não o colocou logo na terra prometida, mas deixou Israel habitar no deserto por muito tempo (v. 7b.). Israel peregrinou no deserto por quarenta anos. Será que Deus se esqueceu da sua promessa? Ele salvou Israel do Egito para depois abandoná-lo no deserto? De forma alguma. Deus tem um propósito maravilhoso em tudo o que faz. Ele faz todas as coisas cooperarem para o bem do seu povo. No deserto, o SENHOR não se esqueceu do seu povo, mas o guiou durante toda peregrinação. Naquela longa jornada de quarenta anos, o SENHOR não deixou faltar nada para o seu povo. Ele deu a sua palavra; ele foi à frente de Israel para apontar o caminho; ele deu comida e bebida; ele livrou Israel de todos os povos inimigos que tentaram atrapalhar sua peregrinação à terra prometida. Josué não apresenta com detalhes todos os atos que Deus fez em favor do seu povo na peregrinação. Ele se concentra nas vitórias que Deus concedeu a Israel contra povos inimigos para então conquistar e possuir a terra prometida. Josué relembra ao povo os livramentos que Deus deu a Israel um pouco antes e logo depois que eles atravessaram o rio Jordão para conquistar a terra. Ele relembra pelo menos três atos de livramento que Deus deu ao seu povo antes de possuir totalmente a terra prometida:
1) O SENHOR livrou o seu povo das mãos dos amorreus (v. 8). O termo “amorreu” é usado num sentido geral para indicar todos os habitantes de Canaã (Js. 24.15), bem como num sentido específico para indicar um grupo de habitantes da região ocidente do Jordão (Js. 5.1). Josué se refere às duas vitórias que o SENHOR deu ao seu povo sob a liderança de Moisés: a vitória sobre Seom, rei de Hesbom e sobre Ogue, rei de Basã, que reinavam na terra dos amorreus (Nm. 21.21-35). Isso aconteceu antes da travessia do Jordão. Deus entregou o inimigo nas mãos do seu povo que o destruiu e também possuiu a sua terra. Deus não permite que o seu povo pereça nas mãos do inimigo. Ele guarda o seu povo na salvação durante a sua peregrinação.
2) O SENHOR livrou o seu povo das mãos de Balaque, rei de Moabe e Balaão (v. 9,10). Esse fato também ocorreu sob a liderança de Moisés e está registrado em Números 22-24. Os moabitas eram um povo inimigo de Israel. Balaque, o rei de Moabe, temeu Israel que estava acampado em suas terras e chamou Balaão para amaldiçoar o povo de Deus. Mas ele não pôde fazer isso. Pelo contrário, ele abençoou o povo de Deus. Além disso, ele profetizou a vitória de Israel sobre os moabitas. Mais uma vez o SENHOR deu vitória ao seu povo contra o inimigo. Ninguém pode fazer perecer o povo que pertence ao SENHOR. Ele guarda os seus filhos na salvação contra as investidas do inimigo.
3) O SENHOR livrou o seu povo de todos os habitantes da terra de Canaã (v. 11,12). Agora Josué relembra um ato de salvação do SENHOR que se deu sob a sua liderança depois da travessia do Jordão. Começando pelos habitantes de Jericó, o SENHOR entregou nas mãos de Israel todos os povos que residiam na terra de Canaã. O SENHOR causou espanto àquelas nações e elas foram expulsas da terra que Deus prometera ao seu povo. Assim Israel pôde habitar e possuir plenamente a terra prometida.
O SENHOR pelejou por seu povo e venceu para dar-lhe a terra de Canaã. Não foi pela força de Israel, mas pelo braço forte do SENHOR que Israel venceu os inimigos e caminhou em triunfo durante sua peregrinação rumo à terra prometida. Josué enfatiza os atos de livramento do SENHOR: “EU os entreguei nas vossas mãos; eu os destruí diante de vós; eu vos livrei da sua mão”. O SENHOR manifesta a sua salvação na peregrinação. Ele protege e guarda na salvação o povo da sua aliança. Ele é fiel e poderoso não só para salvar do Egito, mas também para guardar o seu povo na salvação durante a sua peregrinação.
A peregrinação de Israel e sua vitória sobre os inimigos apontam para a peregrinação vitoriosa da igreja neste mundo rumo ao descanso eterno. Aquele que conquistou a nossa salvação através da sua morte na cruz também nos guarda nesta salvação até o fim. Jesus nos protege e nos dá vitória contra os nossos inimigos. Nossa peregrinação é marcada por uma luta. Nossa luta não é contra nações inimigas. Nossa luta é contra a nossa natureza pecaminosa, o mundo corrompido e especialmente Satanás que tenta impedir nossa caminhada à Canaã Celestial. Ele é como um leão que ruge procurando alguém para devorar. Ele não se cansa de colocar obstáculos em nosso caminho. Mas de uma coisa temos plena certeza, e isso é o nosso consolo: Nada pode nos separar do amor de Deus e ninguém arrebatará das mãos de Cristo nenhuma sequer de suas ovelhas. Ele mesmo nos garante isso. Debaixo da proteção e do cuidado especial do Nosso Grande Rei e Salvador Jesus Cristo, venceremos todos os inimigos e herdaremos a Canaã Celestial.
2) O SENHOR livrou o seu povo das mãos de Balaque, rei de Moabe e Balaão (v. 9,10). Esse fato também ocorreu sob a liderança de Moisés e está registrado em Números 22-24. Os moabitas eram um povo inimigo de Israel. Balaque, o rei de Moabe, temeu Israel que estava acampado em suas terras e chamou Balaão para amaldiçoar o povo de Deus. Mas ele não pôde fazer isso. Pelo contrário, ele abençoou o povo de Deus. Além disso, ele profetizou a vitória de Israel sobre os moabitas. Mais uma vez o SENHOR deu vitória ao seu povo contra o inimigo. Ninguém pode fazer perecer o povo que pertence ao SENHOR. Ele guarda os seus filhos na salvação contra as investidas do inimigo.
3) O SENHOR livrou o seu povo de todos os habitantes da terra de Canaã (v. 11,12). Agora Josué relembra um ato de salvação do SENHOR que se deu sob a sua liderança depois da travessia do Jordão. Começando pelos habitantes de Jericó, o SENHOR entregou nas mãos de Israel todos os povos que residiam na terra de Canaã. O SENHOR causou espanto àquelas nações e elas foram expulsas da terra que Deus prometera ao seu povo. Assim Israel pôde habitar e possuir plenamente a terra prometida.
O SENHOR pelejou por seu povo e venceu para dar-lhe a terra de Canaã. Não foi pela força de Israel, mas pelo braço forte do SENHOR que Israel venceu os inimigos e caminhou em triunfo durante sua peregrinação rumo à terra prometida. Josué enfatiza os atos de livramento do SENHOR: “EU os entreguei nas vossas mãos; eu os destruí diante de vós; eu vos livrei da sua mão”. O SENHOR manifesta a sua salvação na peregrinação. Ele protege e guarda na salvação o povo da sua aliança. Ele é fiel e poderoso não só para salvar do Egito, mas também para guardar o seu povo na salvação durante a sua peregrinação.
A peregrinação de Israel e sua vitória sobre os inimigos apontam para a peregrinação vitoriosa da igreja neste mundo rumo ao descanso eterno. Aquele que conquistou a nossa salvação através da sua morte na cruz também nos guarda nesta salvação até o fim. Jesus nos protege e nos dá vitória contra os nossos inimigos. Nossa peregrinação é marcada por uma luta. Nossa luta não é contra nações inimigas. Nossa luta é contra a nossa natureza pecaminosa, o mundo corrompido e especialmente Satanás que tenta impedir nossa caminhada à Canaã Celestial. Ele é como um leão que ruge procurando alguém para devorar. Ele não se cansa de colocar obstáculos em nosso caminho. Mas de uma coisa temos plena certeza, e isso é o nosso consolo: Nada pode nos separar do amor de Deus e ninguém arrebatará das mãos de Cristo nenhuma sequer de suas ovelhas. Ele mesmo nos garante isso. Debaixo da proteção e do cuidado especial do Nosso Grande Rei e Salvador Jesus Cristo, venceremos todos os inimigos e herdaremos a Canaã Celestial.
3) Salvação pela Graça
Por que o SENHOR salvou Israel do Egito e o guardou dos inimigos em sua peregrinação até a terra prometida? Não foi por mérito de Israel, mas pela graça de Deus. Todos os atos de salvação realizados por Deus manifestam a sua graça em favor do seu povo. Josué nos revela o evangelho da graça de Deus no nosso texto, não só na salvação de Israel do Egito e na peregrinação, como também nos seguintes pontos:
A graça de Deus em favor da salvação do seu povo se manifesta na escolha que Deus fez de Abraão e sua descendência para ser o seu povo (v. 2-4). Os pais de Abraão serviam a falsos deuses e Deus, por sua graça, tomou a Abraão e sua descendência para ser o seu povo santo e abençoado com a sua salvação. Abraão não era melhor do que os outros homens da sua época. Deus não viu nada de bom em Abraão, mas o escolheu por sua graça. Não foi Abraão quem escolheu a Deus, mas foi Deus quem o escolheu e isso com base na sua graça. A eleição de Abraão, Isaque, Jacó e seus filhos é uma eleição de graça. Ao seu povo escolhido, o SENHOR manifesta a sua graça a fim de salvá-lo do poder do pecado e do diabo e de guardá-lo na salvação até a glória.
A graça de Deus em favor da salvação do seu povo se manifesta na dádiva da terra prometida (v. 13). A Abraão e sua descendência o SENHOR fez uma promessa maravilhosa: dar-lhe como herança a terra de Canaã (Gn. 15.18-21). Chegou o tempo do cumprimento dessa promessa. Através de Josué, o SENHOR fez o seu povo conquistar e possuir a terra de Canaã. Israel não conquistou a terra de Canaã por seu próprio esforço, mas pela graça de Deus (v. 13). A terra que manava leite e mel agora era deles por pura graça. Eles não construíram nenhuma cidade e nem plantaram nada, mas desfrutavam das riquezas de Canaã. Isso mostra a graça de Deus. É Deus quem dá a terra de graça e não é o povo que a merece por seu esforço (Js.1.2; 21.43). O SENHOR mostrou a sua fidelidade e graça em dar a Israel a terra prometida.
A posse da terra prometida por Israel com base na graça de Deus aponta para a herança da Canaã celestial que o SENHOR está preparando para nós. Na glória por vir, o SENHOR nos dará, por pura graça, a benção eterna de viver e reinar com ele no novo céu e na nova terra. Devemos crê nisso sempre!!! Essa herança está reservada nos céus para nós que somos guardados pelo poder de Deus até o último dia. Na glória louvaremos eternamente a Deus pela grandeza da sua graça em favor da nossa salvação. Ele é o Deus fiel e gracioso que salva o seu povo. Ele nos enviou Cristo para nos livrar do pecado, do diabo e da morte. Ele cuida de nós em nossa peregrinação aqui na terra. Ele nos garante a salvação eterna por sua graça. Sejamos crentes gratos e alegres pela salvação do SENHOR. Não esqueçamos seus atos de salvação em nosso favor. Reconheçamos a grandeza da sua graça em favor da salvação de pecadores indignos como nós e demos a ele toda a glória com nossa vida e nossos louvores, pois ao SENHOR, Nosso Deus, e ao Cordeiro pertence a salvação.
Por que o SENHOR salvou Israel do Egito e o guardou dos inimigos em sua peregrinação até a terra prometida? Não foi por mérito de Israel, mas pela graça de Deus. Todos os atos de salvação realizados por Deus manifestam a sua graça em favor do seu povo. Josué nos revela o evangelho da graça de Deus no nosso texto, não só na salvação de Israel do Egito e na peregrinação, como também nos seguintes pontos:
A graça de Deus em favor da salvação do seu povo se manifesta na escolha que Deus fez de Abraão e sua descendência para ser o seu povo (v. 2-4). Os pais de Abraão serviam a falsos deuses e Deus, por sua graça, tomou a Abraão e sua descendência para ser o seu povo santo e abençoado com a sua salvação. Abraão não era melhor do que os outros homens da sua época. Deus não viu nada de bom em Abraão, mas o escolheu por sua graça. Não foi Abraão quem escolheu a Deus, mas foi Deus quem o escolheu e isso com base na sua graça. A eleição de Abraão, Isaque, Jacó e seus filhos é uma eleição de graça. Ao seu povo escolhido, o SENHOR manifesta a sua graça a fim de salvá-lo do poder do pecado e do diabo e de guardá-lo na salvação até a glória.
A graça de Deus em favor da salvação do seu povo se manifesta na dádiva da terra prometida (v. 13). A Abraão e sua descendência o SENHOR fez uma promessa maravilhosa: dar-lhe como herança a terra de Canaã (Gn. 15.18-21). Chegou o tempo do cumprimento dessa promessa. Através de Josué, o SENHOR fez o seu povo conquistar e possuir a terra de Canaã. Israel não conquistou a terra de Canaã por seu próprio esforço, mas pela graça de Deus (v. 13). A terra que manava leite e mel agora era deles por pura graça. Eles não construíram nenhuma cidade e nem plantaram nada, mas desfrutavam das riquezas de Canaã. Isso mostra a graça de Deus. É Deus quem dá a terra de graça e não é o povo que a merece por seu esforço (Js.1.2; 21.43). O SENHOR mostrou a sua fidelidade e graça em dar a Israel a terra prometida.
A posse da terra prometida por Israel com base na graça de Deus aponta para a herança da Canaã celestial que o SENHOR está preparando para nós. Na glória por vir, o SENHOR nos dará, por pura graça, a benção eterna de viver e reinar com ele no novo céu e na nova terra. Devemos crê nisso sempre!!! Essa herança está reservada nos céus para nós que somos guardados pelo poder de Deus até o último dia. Na glória louvaremos eternamente a Deus pela grandeza da sua graça em favor da nossa salvação. Ele é o Deus fiel e gracioso que salva o seu povo. Ele nos enviou Cristo para nos livrar do pecado, do diabo e da morte. Ele cuida de nós em nossa peregrinação aqui na terra. Ele nos garante a salvação eterna por sua graça. Sejamos crentes gratos e alegres pela salvação do SENHOR. Não esqueçamos seus atos de salvação em nosso favor. Reconheçamos a grandeza da sua graça em favor da salvação de pecadores indignos como nós e demos a ele toda a glória com nossa vida e nossos louvores, pois ao SENHOR, Nosso Deus, e ao Cordeiro pertence a salvação.
Amém!!!
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
CAMPANHA DO QUILO
A CAMPANHA DO NATAL FELIZ foi abençoado por Deus.
Agradeço a todos que contribuíram...
Espero que Deus nos abençoe cada vez +... Amém!
Ah! A companha contínua... Aleluia!!!
Agora estamos com uma nova campanha a CAMPANHA DO QUILO.
Estamos cadastrando as pessoas carentes e necessitando ajuda das pessoas que tem condições de ajudar com um quilo de alimento perecível.
domingo, 1 de janeiro de 2012
Quem realmente governa o mundo?

É provável que você nunca tenha conhecido um chefe do crime organizado. Os chefões do crime são mestre na arte de esconder sua identidade ou até de comandar seus negócios atrás da grades. Pelas marcas que eles deixam na sociedade, sabemos que esses líderes do crime existem.
A Palavra de Deus, a Bíblia, revela que Satanás é uma pessoa real que, assim como um poderoso barão do crime, realiza o que deseja por meio de 'sinais mentirosos' e "engano injusto". De fato, ele " persiste em transformar-se em anjo de luz", diz a Bíblia. (2 Tessalonicenses 2:9;10; 2 Coríntios 11:14)
A maioria das pessoas não encara a violência e a crueldade como obras de uma invisível criatura espiritual perversa. Muitos pensam que essas coisas acontecem por causa da natureza má dos homens e que a principal causa da maldade são nossos próprios instintos egoístas. Outros se teorizam que uma organização rica e poderosa, uma espécie de rede global secreta, por décadas tem manipulado as pessoas com o objetivo de dominar o mundo. E, é claro, há quem culpe os governantes e os líderes por todo o sofrimento e injustiça que existe.
Assim como um mestre do crime muitas vezes tem orgulho de se gabar de seu poder, o Diabo fez o mesmo quando tentou Jesus, o Filho de Deus. Depois de mostrar a Jesus "todos os reinos" do mundo, Satanás lhe fez a seguinte oferta: " Eu te darei toda autoridade e a glória deles, porque me foi entregue e a dou a quem quiser. Se tu, pois fizeres um ato de adoração diante de mim, tudo será teu". (Lucas 4:5-7)
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